terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Caminhada cultural vai passar por Serrazela, Cruz e Samorim, a 4 de março

Notícia DÃO E DEMO
Serrazela, Cruz e Samorim vão ser os próximos alvos das caminhadas culturais que têm vindo a ser efetuadas em parceria entre o Agrupamento de Escolas de Sátão e a Câmara Municipal.
A data prevista para esta iniciativa aberta a toda a população é 4 de março, sábado, com partida às 9 horas do ecocentro, na zona industrial de Sátão, com regresso aprazado para as 12 horas, mas desta feita com o trajeto de regresso a ser feito de autocarro.
Do programa consta uma incursão dos caminheiros pela história e pelas histórias das terras e gentes destas três aldeias da freguesia de Sátão – Serrazela, Cruz e Samorim.
Este evento insere-se numa das medidas de promoção do sucesso educativo, um projeto que está a ser desenvolvido, em parceria, entre o Agrupamento de Escolas de Sátão e a Câmara Municipal.
A coordenação desta iniciativa é de Carlos Paixão, professor do Agrupamento, que partilhará com os participantes aspetos históricos, culturais e patrimoniais dos locais a visitar.
Fotos do Livro “Olhares”

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Notícia DÃO E DEMO
O “Fim de semana do cabrito” está de regresso a Penalva do Castelo, desta feita a 4 e 5 de março, depois do êxito que foi o evento do ano anterior.
Esta iniciativa tem a chancela da autarquia penalvense e conta com o apoio do Turismo do Centro Portugal e com a adesão dos restaurantes locais.
Nestes dois dias, reina o cabrito em conjunto com apetitosos ingredientes, que atestam a qualidade deste prato gastronómico, confecionado de forma diversificada: assado no forno a lenha, caldeirada ou ensopado, grelhado na brasa, arroz de cabrito, cabrito à padeiro, acompanhado com grelos/migas, batata assada/cozida, arroz no forno e ao mesmo tempo degustar os distintos vinhos “Dão de Penalva”.
Além do cabrito, os restaurantes aderentes do concelho, disponibilizam uma prova de queijo Serra da Estrela, numa iniciativa intitulada "Sabores de Penalva" que resulta como complemento do certame “Feira/Festa do Pastor e do Queijo” realizada anualmente em fevereiro.
Os participantes no “Fim de Semana do Cabrito” habilitam-se ao sorteio de um almoço ou jantar para duas pessoas num dos restaurantes aderentes e uma visita guiada ao solar da Casa da Ínsua. Será distribuído um cupão, por pessoa, onde preencherá nome, morada e contacto. No final realizar-se-á um sorteio com todos os cupões.
A Autarquia Penalvense tem como parceiros do evento, o Turismo Centro de Portugal e os estabelecimentos de restauração aderentes: “O Templo”, “Familiar”, “O Carneiro”, “Pizzaria da Lameira”, “Snack-Bar 259”, “Encosta da Anta”, Hotel de Charme “Casa da Ínsua” e o “O Telheiro”.
A autarquia deixa o repto e diz: “Aceite o convite e venha até Penalva do Castelo para se deliciar com os sabores tradicionais do concelho e degustar o principal ingrediente da ementa – o Cabrito!”
Foto: youtube de aaamarques

[Cinema] Os melhores filmes de 2016


Por: José Pedro Pinto

          Listas de melhores filmes são daquelas coisas meio idiotas que sempre me deram algum prazer, por limitarem o imenso universo de filmes aos que provavelmente valerão mais a pena ver. Como é evidente, nenhuma lista individual deve ser levada muito a sério, mas ler várias acaba sempre por levar a algumas conclusões nesse sentido. Regra geral, o valor delas está também no recordar ou dar a conhecer filmes que possam não ter recebido a atenção que merecem, mas como é exigida ao crítico total honestidade, alguns filmes óbvios lá têm que aparecer.
          Devo esclarecer que, realmente, é costume estas listas aparecerem no final do ano, mas eu prefiro esperar que estreiem por cá os supostos melhores filmes de 2016 antes de fazer a lista dos melhores filmes de 2016. Devo clarificar também que incluo apenas filmes que tenham tido estreia em sala em Portugal, e que não são incluídos filmes de 2015 na lista dos melhores filmes de 2016, independentemente da sua data de estreia em Portugal – esses estão na lista de 2015. Filmes de 2016 que possam ainda não ter estreado por cá, poderão ser acrescentados a esta lista quando os vir.

          Para terminar, as notas obrigatórias: esta lista é apenas a minha opinião, baseada exclusivamente na minha apreciação dos filmes; Não vi todos os filmes de 2016, mas tentei ver todos os que foram considerados “os melhores” pela crítica e pelo público; É inevitável que me tenham passado ao lado imensos filmes tão bons ou melhores do que os que estão nesta lista, e qualquer sugestão é bem-vinda e agradecida (o meu perfil do facebook). Sem mais a acrescentar, a minha lista (que será sempre provisória):

  1. Hardcore Henry (Ilya Naishuller)
  2. Eu, Daniel Blake (Ken Loach)
  3. O Primeiro Encontro (Denis Villeneuve)
  4. Vaiana (Ron Clements, John Musker)
  5. La La Land (Damien Chazelle)
  6. Manchester by the Sea (Kenneth Lonergan)
  7. Hell or High Water (David Mackenzie)
  8. Deadpool (Tim Miller)
  9. Homenzinhos (Ira Sachs)
  10. Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los (David Yates)
Menção honrosa: Eis o Admirável Mundo em Rede (Werner Herzog)

Considerações finais:
          2016 trouxe poucos filmes verdadeiramente bons às nossas salas (menos que 2015), mas pelo menos, graças a Hardcore Henry, quebrou a seca de obras-primas que vinha desde 2013, ano que teve quatro: Gravidade, A Grande BelezaAs Asas do Vento e O Conto da Princesa Kaguya. Achei os outros seis dos sete lugares cimeiros da minha lista filmes excelentes, mas mais nenhum deles se me impôs como algo de verdadeiramente extraordinário.
          Vale a pena notar que a minha lista é de pendor bastante comercial – todos os filmes são muito conhecidos, e apenas dois não são produções de orçamento moderado a grande (Eu, Daniel Blake e Homenzinhos– mas nem seria de esperar outra coisa, visto que só estou a incluir nela filmes que tenham tido estreia nas salas portuguesas. Quem sabe as pérolas que não haverá pelo mundo fora que ainda não chegaram cá, ou que nunca chegarão. Afinal, basta olhar para as tais quatro obras-primas de 2013 que mencionei acima: duas delas só estrearam cá em 2015.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

[Cinema] O Estranho Caso de Moonlight *

*Artigo originalmente publicado na edição de 17 de fevereiro do Jornal do Centro

Por: José Pedro Pinto       

Quando este texto for publicado*, terão passado três quintas-feiras desde que estreou Moonlight, de Barry Jenkins, nas salas portuguesas. O filme venceu o globo de ouro para melhor drama e está nomeado para oito óscares, incluindo melhor filme, realizador, e argumento adaptado. À altura da escrita deste texto – 12 de fevereiro* – o filme não teve qualquer exibição nas salas de Viseu. É um caso que já aconteceu o ano passado com o Quarto, de Lenny Abrahamson, também nomeado nessas três categorias. Pessoalmente, não tenho interesse em nomeações para o que quer que seja, mas um caso como este merece atenção.
Nas salas comerciais, a decisão de que filmes exibir, e aonde, é sempre ditada pelo potencial comercial: se o Cartas da Guerra, de Ivo Ferreira, esteve em exibição no Fórum Viseu, terá sido certamente porque se considerou que não havia nessa semana outro filme com mais potencial para ocupar aquela sala. Sempre foi e sempre será assim, como é evidente. Mas para mim o caso torna-se menos evidente quando acontecem situações como a descrita no primeiro parágrafo: é verdade que eu não percebo nada de marketing, mas custa-me engolir que, na semana em que estreia um dos filmes mais aclamados de 2016, se decida que em Viseu preferimos ver o Patriots Day, do Peter Berg, e o Aqui Há Gato!, do Barry Sonnenfeld. Entretanto passou-se outra semana, e filmes estreados em dezembro continuam em exibição por cá – dois deles já só com uma sessão por dia – mas ainda nada de Moonlight.
É muito provável que tudo isto seja baseado em análises estatísticas e que esteja integrado numa estratégia nacional. O que é certo é que a NOS parece ter-nos catalogado como uma cidade onde só estreia Hollywood – do que Moonlight é só o exemplo mais recente.

Alberto Silva, presidente da Acredipe, fala-nos do corso de Carnaval de 2017: ‘Muita animação e umas piadinhas’

Alberto Silva, de 59 anos de idade, residente nas Pedrosas é o presidente da Acredipe, a associação cultural, recreativa, desportiva e social das Pedrosas, que desde os finais dos anos 90 tem vindo a organizar um corso carnaval que se desloca anualmente à vila de Sátão.
Este corso tem, todos os anos, atraído ao jardim municipal, em frente aos paços do concelho, milhares de pessoas e, igualmente, este ano irá mais uma vez sair à rua, no dia 28 de fevereiro à tarde.
Foi a propósito desta iniciativa recreativa que envolve centenas de pessoas das Pedrosas que quisemos ouvir Alberto Silva, presidente da associação Acredipe fundada no ano de 1987, em maio.

Dão e Demo: Desde que ano é que o Alberto Silva é presidente da Acredipe?
Alberto Silva: Desde 2006.
DD: Em que ano a Acredipe começou a organizar Carnaval das Pedrosas?
AS: As Pedrosas sempre festejaram o Carnaval, mas foi em finais de 90 que a Acredipe começou a organizar mais a sério.
DD: Como surgiu esta ideia?
AS: Foi uma ideia espontânea que começou com uma brincadeira.
DD: Ainda se lembra desse primeiro cortejo?
AS: Não. Estava na Suíça.
DD: Tem sido difícil mobilizar as pessoas das Pedrosas ano após ano para participar neste evento que anima e enche de pessoas as ruas de Sátão?
AS: Sim, por vezes tem sido. Cada ano que passa vão surgindo mais dificuldades. Felizmente temos uma boa equipa e vários forasteiros têm participado.

“O corso carnavalesco de 2017, se tudo correr como previsto, irá ter muita animação e umas piadinhas.”

DD: Como vai ser o corso de 2017? O que nos pode antecipar?
AS: O corso carnavalesco de 2017, se tudo correr como previsto, irá ter muita animação e umas piadinhas.
DD: Com que apoios têm contado?
AS: Com o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de Sátão e, igualmente, temos tido diversos patrocínios.
DD: Vamos continuar a ter corso de carnaval das Pedrosas até quando?
AS: É difícil responder a essa questão, mas penso que é para melhorar ano após ano e que vai durar por muitos anos.


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Paulo Soares disse que Aeródromo Municipal de Viseu é uma aposta ganha e prestigia a região

Notícia DÃO E DEMO
Paulo Soares, natural de Sátão, ex-comandante da TAP, a dirigir o Aeródromo Municipal de Viseu desde janeiro de 2015 diz que hoje, dois anos volvidos, os números não enganam. Se em 2014 o aeródromo tinha fraca atividade, com apenas 273 movimentos, em 2015 os movimentos começaram a crescer. O ano de 2016 despediu-se com mais de 9 mil voos.
No ano passado, como seria de esperar, o mês de agosto foi aquele que mais movimentos registou. Contrariamente ao que estavam a contar… dezembro foi o segundo melhor mês.
Além da linha já conhecida que liga Bragança a Portimão, o Aeródromo Gonçalves Lobato recebeu voos internacionais.
Paulo Soares refere que a aposta da Câmara de Viseu na renovação do espaço conseguiu mexer com o turismo da cidade.
O diretor do aeródromo defende que esta infraestrutura é uma “aposta ganha e uma estrutura municipal que prestigia a região de Viseu”.
Créditos: Alive FM

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Vinhos da Quinta do Perdigão estarão à mesa no próximo jantar vínico da Portugal Wine Castes

Notícia DÃO E DEMO
Será a 10 de março o próximo jantar vínico da Portugal Wine Castes (PWC) e desta feita os vinhos que irão acompanhar os comensais serão os vinhos produzidos pela Quinta do Perdigão, situada em Silgueiros, na região demarcada do Dão.
Diga-se, aliás, que as “hostilidades” estão aprazadas para o dia 10 de março a partir das 20:00 e à mesa estará o proprietário da quinta, José Perdigão, o rosto mais emblemático destes excelentes vinhos do Dão, mas também estará no salão da PWC a obreira dos vinhos que consagram a marca, a enóloga Mafalda Perdigão, para explicar os segredos destes produtos que têm conquistado tantos “palatos”.
Mas se nestas questões dos vinhos, o conteúdo é o elemento central, não nos esqueçamos que vivemos em tempos de mercado global, de imagem, de marcas e aí entram também as garrafas e os rótulos. E para isso nada melhor do que contar também à mesa deste jantar vínico com a presença da pintora Vanessa Chrystie Perdigão, autora dos rótulos do vinho branco e rosé.
A reserva para o jantar é obrigatória e é bom com os apreciadores destes eventos não se atrasem a fazer a marcação através do email “geral@pwinecastes.com” ou do contacto telefónico 232 441 179.
O preço do jantar é de 30,00€ e todos os vinhos da Quinta estarão com uma campanha promocional de 15% de desconto.
Foto: Quinta do Perdigão